Se eu fosse um mês, eu seria: Janeiro
Se eu fosse um dia da semana: Quinta
Se eu fosse uma hora do dia: 9hSe eu fosse um planeta: Vênus
Se eu fosse uma direção: Leste
Se eu fosse um móvel: Alguma coisa com gavetas e prateleiras
Se eu fosse um pecado: Gula
Se eu fosse um líquido: ÁguaSe eu fosse uma flor: Tulipa
Se eu fosse uma estação: Verão
Se eu fosse um instrumento musical: Violão
Se eu fosse uma cor: Vermelho
Se eu fosse um animal: BaleiaSe eu fosse um barulho: Onda
Se eu fosse uma comida: BatataSe eu fosse um doce: Chocolate
Se eu fosse um lugar: Litoral
Se eu fosse um esporte: Vôlei
Se eu fosse um gosto: Doce
Se eu fosse um objeto: Uma pranchaSe eu fosse uma parte do corpo: Boca
Se eu fosse uma expressão facial: Felicidade
Se eu fosse uma matéria: Biologia
Se eu fosse um astro: oi ?!
Se eu fosse um número: 3
Se eu fosse um país: Austrália
Sempre achei importante saber cozinhar ou preparar alguma coisa. Em um determinado momento achava que o macarrão instantâneo, que havia aprendido há pouco, era o suficiente. Infelizmente o tempo foi passando e eu fui descobrindo que comida ia muito além de um papelão amolecido em uma água misturada com um pozinho com (pouco) gosto.
Meu talento culinário, desde que me conheço por gente, foi o mesmo. Gelo, miojo, pipoca de microondas e, em algumas ocasiões, pipoca de panela. Contudo, isso tem me incomodado há algum tempo, minha insatisfação por não conseguir fazer um bolo vem crescendo. Segundo a Chris Campos, “não existe ninguém que não tenha mão pra bolo”.. Ela não me conhece. Definitivamente. Meus bolos afundam, não crescem, queimam, e eu sempre erro a forma ou algum ingrediente.
Ontem foi a vez de tentar fazer uma calda de chocolate pra um bolo de cenoura que tinha aqui em casa. Obviamente, não foi eu quem preparou o bolo. Só pra tirar o moço da travessa já foi difícil, eu e meu pai com facas e colheres tentando deixá-lo perfeito, já que apenas metade tinha saído com facilidade. Logo em seguida comecei a preparar a simples calda. Saiu, e nem queimou, mas ficou péssima. Parece tinta plástica de pré-escola, juro. O pior de tudo é que não faço a mínima ideia de onde foi que eu errei, talvez na quantidade de chocolate ou na de maizena.. Não sei. Preciso desesperadamente de uma ajuda.
Há algum tempo eu venho analisando minhas preferências musicais. Sempre tive preconceito com algumas bandas, mas hoje estou curada. Finalmente abri mão do meu orgulho e, um pouco, da minha hipocrisia.
Apesar de serem tão opostos, o preconceito e o fanatismo são filhos do mesmo pai. Tanto um quanto o outro são burros. São muralhas que impedem de ver além de seu próprio orgulho e certeza. Algumas dessas muralhas foram recentemente quebradas por mim com todo o orgulho que as deixava de pé. É claro que isso se deve também ao meu crescimento como admiradora de música, afinal, a música é muito maior do que qualquer cantor.
Bom, meus preconceitos superados:
Coldplay Não sei ao certo o porque, mas não gostava deles. Não descia. Até que eu comecei a ouvir algumas músicas e descobri outra que eu gostava mas não sabia que eram deles. A volta: Viva La Vida (http://youtu.be/dvgZkm1xWPE)
James Blunt Lembro de quando “You’re Beautiful” era tema de novela. Tenho um mecanismo automático de odiar qualquer música que faça sucesso por causa de novela e, por isso, nunca me deu vontade ouvir outra músicas. Além disso as músicas dele me deixavam com sono. A volta: Tears And Rain (http://youtu.be/v9svxE49Ngs)
E, até Justin Beiber entra na minha pequena e orgulhosa lista. Na verdade eu ainda tenho um certo repúdio por ele. Porém, não tem como negar que ele é um puta artista. A quantidade de instrumentos que esse cara toca não é brincadeira. Ele me ganhou com “Never Say Never”, mas a atitude de suas fãs me incomoda deveras. Quando elas mudarem acho que ele será capaz de mudar. Ainda não consigo assistir a uma entrevista dele, mas tá valendo. A volta: Somebody To Love (o comecinho, em especial - http://youtu.be/SOI4OF7iIr4)
É lógico que ainda tenho preconceitos musicais, mas isso já é um avanço.
É incrível como a maioria dos brasileiros se empolgam para o Carnaval. Eu me pergunto todo ano: “Como isso é possível ? Qual é a graça que todo mundo vê em pular carnaval ?”. Parece óbvio, mas é bom deixar bem claro que eu não gosto de carnaval. Tranquilo você gostar, mas guarde sua felicidade excessiva bem longe da minha pessoa, ok ? Não quero ser chata, mas não entendo como mulher pelada sambando pode ser tão interessante. Aquela música com três palavras que, com muito esforço, entendo uma. Eu gosto de samba. No fundo, acho que todo brasileiro se mexe um pouco com samba, mas aquele samba mas calmo e com mais palavras.
Assim, tenho outras intenções com o meu feriado prolongado. Dificilmente conseguirei riscar toda a minha lista, mas pelo menos uns três itens espero que consiga ! Aqui está, não necessariamente nessa ordem..
Nesse feriadão eu quero: diminuir pela metade meus exercícios atrasados, dormir, assistir a trilogia de De Volta Para O Futuro, ler alguma coisa, assistir a um dos filmes da minha lista de filmes para esse ano, manter distância da televisão mostrando os desfiles e, principalmente, ignorar o fato de existir carnaval.
E você ? O que vai fazer ? Conte-me.
Quarta-feira eu volto com as minhas resoluções.